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Casei... E Agora? - Experiências de Vida - Nossa vida a dois (Adaptação)

Atitudes Para Evitar No Relacionamento

24/03/2016 By: Marina Magalhães

Todo relacionamento traz desafios e a grande receita para o sucesso a dois é a maneira que o casal escolhe lidar com eles.

Às vezes, problemas que poderiam ser facilmente resolvidos, acabam se tornando o gatilho para a separação.

Por isso, na minha opinião, existem algumas atitudes que não contribuem para a longevidade da união:

Achar que pode mudar o outro é a primeira delas.

Muitas vezes, quando atendo pessoas que querem o Divórcio, as reclamações vêm de coisas que desde o namoro já existiam. Isso me leva a crer que aquele que reclama, apostou na mudança do outro para que o relacionamento desse certo.

Não é que eu não acredite na mudança, muito pelo contrário, mas aprendi que as pessoas só mudam por sua vontade e nunca porque o outro pede.

Outra atitude negativa é não escutar o que o outro tem a dizer.

Por mais que tenhamos a certeza de que temos razão, ouvir o lado do outro é fundamental para entendermos os motivos dos desentendimentos.

Afinal, a razão é relativa e na maioria das vezes, os dois tem pontos que devem ser considerados.

Até por isso fala-se muito hoje em dia: “você prefere ter razão ou ser feliz?”.

Não reservar um tempo para você também não é legal.

Por maior que seja a ligação do casal, é muito importante que cada um tenha seu próprio espaço e valorize a sua independência.

Quanto menos precisamos do outro para ser feliz, mais chance temos de estabelecer uma parceria duradoura, sem sobrecarregar e responsabilizar o companheiro por nossas alegrias e tristezas.

Já na fase dos filhos, não acho saudável a dedicação integral a eles.

É muito comum, especialmente no caso das mulheres, que ao ter filhos elas se concentrem tanto na maternidade que acabam deixando de lado o papel de esposa.

Isso, definitivamente, é algo que pode minar a relação.

Mesmo com a chegada dos pequenos é possível continuar namorando e curtindo momentos a dois.

Esses exemplos do que “não se deve fazer” apenas ilustram que sempre temos alternativas para superar as crises, revendo as atitudes e repensando a relação.

 

Escrito por:

Marina Anhaia Mello de Magalhães

Advogada especialista em Direito de Família e Sucessões e Psicologia e Psicopatologia Simbólica Jungiana.

 

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